terça-feira, 31 de maio de 2011

how sad is a dancer on his own?

Essa música está no repeat desde ontem, e eu ainda não sei como eu pude levar tanto tempo para descobrir Thiago Pethit. 

sábado, 28 de maio de 2011

quinta-feira, 26 de maio de 2011

Tenho que aprender cinco assuntos monstruosos de física, mais um de química, além de estudar pras provas dessas duas matérias, estudar pra matemática, passar das 6h às 20h estudando, lutar contra todas as forças do mal pra recuperar minha nota de física (3.3, isso mesmo, pequeno mamífero TRÊS-PONTO-FUCKING-TRÊS, já pode chorar evaristo?), aguentar professor frustrado e colega idem, e diante disso tudo eu só me pergunto: falta muito pra 2012?


sábado, 21 de maio de 2011

Happy Endings

Conheci essa série por acaso quando tava num site de cinema ou coisa do tipo, achei o nome bonito e pesquisando descobri que já foram lançados 9 episódios, e como eu adoro uma série recém-lançada (dá menos trabalho pra baixar todas as temporadas etc) eu resolvi assisti-la já que minhas outras séries não tavam conseguindo me suprir. Enfim, Happy Endings é uma mistura bem manera de Friends e How I Met Your Mother com a diferença de que ela se passa em Chicago e não em NY e tem um número bem elevado de atrizes loiras para uma série do tipo ((abre parênteses, fico imaginando a galera que acha que meu blog é só sobre poesia e filosofia e vindo aqui e lendo essas futilidades, anyway, todos vamos morrer mesmo, fecha parênteses)). No piloto da série a gente fica achando que é só mais um wannabe Friends ((cidade cosmopolitana, seis amigos que fazem piada o tempo todo, um romance central etc)), mas rolam todos uns diferenciais - ex: não tem aquelas risadinhas da plateia no fundo e acho que é só esse diferencial mesmo. (Aliás, deixa eu fazer o parêntese: o piloto da série é bem ruinzinho, mas a partir do segundo episódio ela fica boa) A série tem aquela vibe moderninha com MUITAS piadas e referências sobre coisas atuais, como Ke$ha, política, zumbis, vampiros, hipsters e Beyoncé ((que aliás tá muito linda no clipe de Run The World, vale a pena conferir)). Tem também bem mais piadoca sobre minorias do que outras séries, acho que porque a gente tá vivendo um momento muito voltado pra isso e tal. Acho muito amor por Max e Brad, o gay e o negro do grupo, que são mais ou menos o equivalente a Phoebe e o Chandler de Friends <3 Enfim, Happy Endings é um seriado adorável que todos que assim como eu sempre tem um tempinho livre* deveria ver.

me da um abraço porque tamo no mesmo barco moça
*tempinho livre = aquele tempinho que você passa fazendo coisas idiotas ao invés das coisas que você deveria fazer, tipo estudar ou salvar o planeta.
ps1: Tô curtindo Game of Thrones (Jogo de Trono, pros leigo), mas disso eu falo outro dia porque to com preguiç
ps2: Acho que 90% da pontuação do post tá errada mas não liguem pfv to meio sonolento hoje
ps3: Tive prova de matemática e, olha, sabe aquela lei do retorno, de que quanto mais você se esforça pra alguma coisa mas essa coisa se mostra apta para acontecer? Então, estudei a semana toda e acho que ganhei outro 0% pra minha coleção. Mas né, who cares, todos vamos morrer mesmo.
ps4: Segundo as pessoas do tuito o fim do mundo era pra acontecer hoje, mas parece que não rolou aqui no Brasil porque o país não tem condições pra receber um evento deste porte #humor #cqc #zorratotalmeadd
ps5: Falta muito pro ano acabar??

quarta-feira, 18 de maio de 2011

review: nasci desse jeitinho

Born This Way: Essa todo mundo já ouviu e cuspiu muito ódio (não sem um pouco de razão) por ela não ser tão épica quanto o prometido e mimimi. Vocês que me desculpem, mas eu curto essa música, apesar de ser meio enjoativa (as versões pianinho delas são sempre iguais etc), mas tá longe de ser a melhor do álbum.


Bloody Mary: Meio assustadora - o "personagem" que canta a música é Maria, a mãe de Jesus ((religião de novo, Gaga?)). A letra e o ritmo são bem sombrios e dificilmente alguém pode gostar dessa música a ouvindo pela primeira vez. Enfim, é uma música boa.


Government Hooker: A mais divertida do cd. É uma ~~música de protesto~~ bem melhor que BTW. Tem um começo meio bizarro, meio ópera, sei lá o que era aquilo, mas depois fica muitomuitomuit legal.


Marry The Night: Uma das mais legais do álbum etc apesar de, assim como a faixa-título, ser bem otimista e tal. Não to exatamente acostumado com toda essa alto-estima presente nas músicas, mas Marry The Night é tão boa que dá até pra relevar.


The Edge of Glory: Achei fofo o saxofone no meio da música. O bom dessa faixa é que só tem duas estrofes ((o resto é só refrão)) aí dá pra decorar.


Hair: Olha, pode falar o que for da mulher, mas tem que ser no mínimo competente pra ligar identidade própria a cabelo. Gosto bastante dessa música e do refrão, dá até pra fazer trocadilhos se você estiver num bad hair day.


Bad Kid: É legalzinha, tem até uma guitarra. Lembra um pouco Bad Reputation (não sei de quem é, mas da última vez que eu ouvi quem cantou foi a Avril Lavigne) pela temática e tal. 


Scheiße: Sei nem pronunciar o título da música e o refrão em alemão (sério mesmo), mas ela é bacana, juro.


Heavy Metal Lover: Não gostei. Achei meio cansativa e fugiu um pouco do estilo das outras músicas, sendo bem eletrônica (e boring).


Americano: É o Alejandro 2.0. Vários trechos são em espanhol, o que eu achei bem bonito e pamps. Fora que Gaga abordou a questão política da imigração ilegal, religião, convenção social e romance numa música só, né. Muito foda!


Judas: É a 'versão finalizada' de Bad Romance. Gosto muito desta, do drama da letra e o tom gótico do ritmo. Enfim, não preciso falar muita coisa dessa porque todo mundo já ouviu, né.


Eletric Chapel: Apesar de abordar religião pela terceira ou quarta vez (olha que transgressor), essa música é bem legal, tem guitarra.


You and I: Uma versão melhorada de Speechless. Muito bonita a voz e pianinho (L)


Highway Unicorn (Road to Love): No começo é meio estranha, mas depois fica legal.


Então galero, acho que é isso. Acho que Born This Way consegue superar o The Fame Monster (pfv não me processem sou pobre) e que vai ser um dos melhores do ano :~~


haters gonna preferir ouvir britney
ps: Não sei se alguém ainda lê isso aqui de fato, mas se tem, eu juro que essa vai ser a última vez que eu falo de Lady Gaga, percebi que falo muito dela e né, meio desagradável deixar tão claro que eu sou fã, então no próximo post vamos falar de coisa boa, vamos falar de cinema (ou não).  

segunda-feira, 16 de maio de 2011

I just wanna be free, I just wanna be me. And I want lots of friends that invite me to their parties. I don't wanna change and I don't wanna be ashamed. I'm the spirit of my hair, it's all the glory that I bare. I'm my hair.

sexta-feira, 6 de maio de 2011

É o seguinte: fiz um texto do tamanho da América do Sul aqui e cliquei numa tecla mágica dos inferno e ele se apagou todinho, de modo que vou re-escrevê-lo não com tanta empolgação quanto antes :~~
Enfim, ontem o mundo foi contemplado com o novo clipe da nossa linda Lady Gaga, que todo mundo aguardava muito e coisital. Eu acho a música fucking awesome, usando Judas e Jesus só como metáforas pra traição, perdão e virtude, mas né, nega vai lá e REALMENTE coloca um Judas e um Jesus (e de quebra uma Maria Madalena). Todo mundo sabe que apelar pra religião não dá mais certo hoje em dia, mas vai dizer isso pra Lady Gaga. Enfim, vamos ao clipe.

jesus why so mexicano
O vídeo já começa dando um show de coerência com os doze apóstolos em moto e em jaquetas de couro (que aliás, me perdoem, mas eu curti bastante e muito quero uma com Bertonie escrito) e Gaga de Madalena na mesma moto envenenada que Jesus, que por sua vez está com uma coroa de espinhos bem a cara de escola de samba e tem todo um jeito de ator de novela das 7. Até que a cena inicial não é tão vergonhosa assim, mas né, não precisava de quase um minuto só pra mostrar isso - na verdade, tudo podia ser resumido em menos de 10 segundos.

lady gaga fazendo homenagem a documentário brasileiro lixo extraordinário
Daí a menina faz a Rebecca Black e vai pr'uma festa à noite com uma roupa que faz o vestido de carne virar algo completamente cabível e começa a dançar com um monte de esfarrapado usando lenço palestino. Ela requebrando de costas lembra tanto a Shakira que parece que é algo proposital, o que é meio ilógico, porque né, quem é que ia querer fazer referência a Shakira, meu deus?? 

a irmã perdida da amy winehouse
Aí rola uma briga no templo, cuja razão é desconhecida, mas estima-se que tenha sido devido a um pote de Nutella.
chiclete com banana e justin bieber ligaram pedindo a vibe deles de volta
Então tá Lady Gaga e a turminha dela num bar fazendo coraçãozinho (o que achei legal, meio que evidenciando a vontade de ser trash, algo já sugerido pela capa do Born This Way etc). Tudo parecia bem normal, mas logo a gente vê que tem algo errado com a cabeça dela e OPA OPA PESSOAL é uma bandana. Podem dizer que foi uma referência ao Chiclete com Banana, ao Naruto ou aos skinheads, mas que ficou estranho ficou. Mais coraçãozinho e menos bandana, por favor.

christ poker face e madalena cho-ca-da
Como se tudo que tínhamos visto já não fosse o suficiente, aparece Jesus com cara de menino pidão e Lady loca loca loca Gaga volta de Maria Madalena que não deu certo. A bandana agora é vermelha, ou seja, a tendência é sempre piorar. Depois ela nos aparece com uma roupa de franja numa óbvia referência ao Victor e Leo.

maquiagem nota 8 dentes brancos colgate professional whitenig intensive nota 10
Devo dizer que achei maneiro esses closes no rosto dela com essa maquiagem pesadíssima e tal, ficou uma coisa meio Immaginarium of Doctor Parnassus, meio circense. Ponto pra Gaga.

parece que antes da fama gaga queria ser revendedora avon, confere produção
Daí Lady Gaga capricha no cabeção de smiliguido e aponta uma arma pra Judas para matá-lo antes que ele traia Jesus. Só que aí a gente descobre que OOOOH a arma na verdade é um batom para ressaltar a trouty mouth de Judas. Cês entenderam né, tipo apoiando a traição a Cristo e tal. Roteiro e simbologia nota 10. Em seguida ela se joga no chão aos pés de Jesus num misto de arrependimento e cosplay de perfomance de Valesca Popozuda.

iemanjá deve tá se roendo de inveja
Daí ela vai lá e faz cosplay de uma deusa da mitologia da Indonésia, cujo nome eu não me lembro, mas acho que é do perdão e do mar (!?). Enfim, de qualquer forma foi uma parada bem desnecessária que ela fez no clipe - como se ele todo já não fosse desnecessário.

vamos pregar a palavra com mta fé irmaos
Aí Jesus abençoa todo mundo e inquieta a multidão enfurecida que quer que o clipe acabe logo, o que eu achei certíssimo. ((O que eu achei ~bacaninha nessa parte foi o fato de Jesus e os discípulos dele tarem em um palco com microfones e tal, como se eles fossem os ~superstars~ da época etc))

q
E depois de Judas beijar Jesus, rola um menage bem bizarro na banheira com direito a lavagem de pés (nada contra os fetiches da Gaga) e banho de cerveja. É nessa parte também em que Jesus parece perdoar Madalena pela ~traição e coisital. Acho que eles acabaram com a minha parte preferida da música (a do I wanna love you but something's pulling me away from you) com esse show de metáfora. Menos 3 pontos pela coesão e coerência, Lady Gaga, sua redação vale 7.

o nome disso não é execução o nome disso é bom senso
Daí ela veste um monte de sacolas brancas e as pessoas começam a apedrejá-la, o que achei certíssimo, e depois de um close no rosto dela chorando (como no fim de BTW), o clipe acaba.


Então, no geral achei um clipe bem mais ou menos, acho que no grande boletim da vida ele passa com nota 6 por uma ou outra metáfora, referência ou imagem bonitinha. Ou seja: Lady Gaga, pare de palhaçada e faça isso certo.

quarta-feira, 4 de maio de 2011

segunda-feira, 2 de maio de 2011

  • Achei um tanto quanto babaca essa ALEGRIA COMPARTILHADA em torno da """morte""" do Osama. Nego faz um discurso de sete mil caracteres sobre a valorização do ser humano, amor, paz, esperança, nutella, quando tá defendendo alguma minoria ou algo do tipo, e quando um árabe, que é mais que um vilão idealizado do que o "grande líder do terrorismo", é morto, todo mundo abre suas Heinekens e se abraça, achando que agora o mundo tem tudo pra dar certo. Ah, outra coisa; historinha mal-contada essa, hein? Morreu? Beleza, mostra o corpo.
  • Fui obrigado a assistir o casamento real e achei interessantíssZzzZZZzzzzzzROMC. Só aguardo ansiosamente o dvd da cerimônia com a cobertura da lua-de-mel nos extras #humor
  • Viajei pra Aracaju nesse final de semana + feriado de micareta daqui da cidade e só digo uma coisa: EU PRECISO MORAR NAQUELA CIDADE.
  • Vi Thor e acho que o Homem de Ferro caiu pro segundo lugar na minha lista de heróis fodões. Tem nem o que falar de um super-herói que enfim liberta o cisne negro da Natalie Portman.
  • Olha, não sei em relação a vocês, mas meu professor de física é simplesmente DOENTE. Quer que eu aprenda sozinho cinco assuntos, fora as diárias avaliações e listinhas de 150 questões, e as provas que me fazem perceber que, puxa puxa pessoal, eu não sou tão inteligente quanto o meu pai fala com os parentes. Tirei 11% na última prova, mas achei que foi mais uma simbologia das Torres Gêmeas do que minha real nota. Vamos acompanhar.
  • Comecei a ler Lolita. É lindo, interessante e meio doente, mas não consigo tirar o início da cabeça: "Lolita, luz da minha vida, fogo da minha carne. Minha alma, meu pecado." 
  • Ah, glr, só pra constar: eu AMO o Harry Potter, livros, filmes e figurinhas, mas eu não me pareço com ele só porque tenho óculos redondo, allright?