segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

Dia 7: Uma foto sua e o número de características suas referentes a sua idade.




Não vou escrever 15 informações sobre mim porque isso é mais que inútil visto que vocês já tão cansados de saber sobre mim, né, e eu não sou obrigado. Só uma foto tá bom.


~~~~~~
To com a cara mais destruída do terceiro mundo, mas né ((detalhe que eu tirei 21 fotos hoje pro dia 7 ficar uma coisa mais contemporânea e dessas apenas em 3 em não fiquei com cara de membro da família Adams ~ na verdade fiquei sim, só que um adotado risos))

sábado, 29 de janeiro de 2011

Dia 06: Citação favorita.

Eu sei que não é tão profundo quanto um Clarice Lispector, mas é tããão verdadeiro, sei lá :3 (o texto tá meio cortado, mas acho que dá pra ler)

sexta-feira, 28 de janeiro de 2011

Dia 5: Foto favorita.


Vi essa foto por acaso na internet há uns meses. Volta e meia fico me pego encarando a imagem. Não vou ficar analisando a imagem e comentando por que ela me faz refletir, porque eu não sei fazê-lo e eu não sou obrigado. Mas, gente, um monstro de jeans com cara de que tá com medo no meio de uma floresta. Means so.

quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

Dia 4: Artista (cantor(a), escritor(a), ator/atriz, whatever) favorito.


Clarice Lispector é uma coisa escondida sozinha num canto, esperando, esperando. Clarice Lispector só toma café com leite. Clarice Lispector saiu correndo correndo no vento na chuva, molhou o vestido perdeu o chapéu. Clarice Lispector é engraçada! Ela parece uma árvore. Todas as vezes que ela atravessa a rua bate uma ventania, um automóvel vem, passa por cima dela e ela morre.
Fernando Sabino
Vivo em escuridão de alma, e o coração pulsando, sôfrego pelas futuras batidas que não podem parar. Mas uma ou outra frase se salva das trevas e sobe leve e volátil à minha superfície, então anoto aqui.
 Mas tenho medo do que é novo e tenho medo de viver o que não entendo - quero sempre ter a garantia de pelo menos estar pensando que entendo, não sei me entregar à desorientação.
 Gosto do modo carinhoso do inacabado, do malfeito, daquilo que desajeitadamente tenta um pequeno voo e cai sem graça no chão.

quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

Desculpa por eu não estar atualizando diariamente, como eu falei que faria (na verdade acho que não falei), mas é que a preguiça é muito mais forte que eu. Whatever, vamo lá, moçada.


Dia 03: Livro preferido.

Se o dia 1 e o dia 2 já não eram fáceis, esse é impossível. Impossível mesmo, tipo que não dá pra realizar - curiosamente, o oposto do filme Missão Impossível que o Tom Cruise sempre conseguia chegar lá sem, sei lá, morrer no túnel do trenzinho. Quer dizer, eu adoro ler, leio o tempo todo, é mais que um hobbie, é uma paixão - exceto ultimamente, que eu to com um pouco de preguiça de ler, mas eu to de férias então eu me auto perdoo. E nessa longa estrada da vida já passei por vários livros, alguns deles muito marcantes (Ensaio Sobre a Cegueira de Saramago, A Menina que Roubava Livros de Markus Zusak, Morangos Mofados de Caio Fernando Abreu, A Descoberta do Mundo de Clarice Lispector, Veronika Decide Morrer de Paulo Coelho ((DON'T JUDGE)), Alice no País das Maravilhas de Lewis Carrol, toda a série do Menino que Sobreviveu de J. K. Rowling) e outros nem tanto (O Guia do Mochileiro das Galáxias de Douglas Adams, As Crônicas de Nárnia de C. S. Lewis, Melancia de Mirian Keyes, O Diário de Bridget Jones de Helen Fielding, Eu Sou o Mensageiro de Markus Zusak, Millenium de Stieg Larsson, a série Percy Jackson de Rick Riordan), mas nenhum desses livros é de fato o meu preferido. Acho que posso decepcionar algum de vocês, mas eu acho que o meu livro favorito é:

vocês podem me julgar agora :~~

Não sei explicar o motivo, mas eu amo esse livro mais do que eu amo os outros e não vou ficar aqui explicando por que nem nada. Aqui um trecho dele:

na primeira noite no meu colchão inflável cor-de-rosa senti algo gelado subindo minha perna. quem era? A Lagartixa. corri atrás dela com o chinelo mas a danadinha sumiu pela janela. alguns dias depois estou deitada lendo um livro e reparo que ela está de volta, perto da porta. com um certo toque de crueldade, peguei um pedaço de fita crepe e grudei A Lagartixa nele. depois cortei um pedacinho do rabo dela prq eu acho rabo de lagartixa pulando como se estivesse fritando o maior barato. mas quando o rabo deixou de ser engraçado eu olhei para a pobre lagartixa, ofegante, presa na fita crepe lutando para sobreviver. morri de pena e resolvi salvá-la. peguei um grampo de cabelo e cuidadosamente soltei o corpinho pegajoso dela do adesivo e joguei ela pela janela com votos de felicidade e sobrevivência. no dia seguinte meu primeiro pensamento foi: será que a pobre lagartixa sobreviveu? ontem ela voltou, mas creio eu que para se vingar. agora ela manca e tem uma mancha vermelha nas costas, marca do pedaço de pele perdida no dia do incidente. eu tentei conversar com ela, dizendo que estava feliz por estar bem, mas tive a nítida impressão de que ela não engoliu a história e sabe que hoje é deficiente porque eu tentei matá-la. sabe, sua vida está precisando de umas mudanças quando você conversa com lagartixa.

E este, o trecho de apresentação do livro:

ontem eu passei a noite na rodoviária e um senhor ficou duas horas conversando comigo, tentando me convencer a ir para a casa dele, tomar um banho e relaxar um pouco, mas eu agradeci e recusei educadamente. quando ele foi embora me tranquei no banheiro, achei uma tomada e fiquei dançando o resto da noite, me olhando no espelho e pensando que essa poderia ser a cena de abertura do filme sobre a minha vida. eu, sozinha num banheiro de rodoviária, sem um puto no bolso, botando pra quebrar. sabe, decididamente o segredo para não enlouquecer de verdade com tudo isso é se divertir sempre que possível.

Então, é isso aí, um abraço apertado, um suspiro dobrado que amor sem fim ((vocês já notaram que eu nunca sei como acabar um post, né))


sábado, 22 de janeiro de 2011

Dia 02: Música favorita.


Não tão difícil quanto o tópico anterior. Não tenho um milhão de músicas no meu computador por pura preguiça de baixar álbuns, e não tenho absolutamente nenhum cd, de modo que eu não ouço muita coisa. Mesmo assim, é complicado escolher só uma música. Sabe aquelas pessoas que dizem que a música preferida delas muda o tempo todo? Acho que sou uma dessas. E que no momento, minha música favorita é Love Lost, do The Temper Trap. 
Vejam o clip que vale muito a pena.


Now, you're home free at last
And the cracking whip
That howled
And scarred your back
Has stopped

sexta-feira, 21 de janeiro de 2011

Não sei se tem alguém aí, mas vamo lá, né?


Dia 01: Filme preferido.
Esse é realmente um tópico complicado. São tantos filmes maravilhosos (deixando claro que pra mim filme maravilhoso é aquele que faz meu olho chorar hidrelétricas ou me deixar hipnotizado) que eu já assisti ao longo dos meus modestos quinze anos que escolher só um não é fácil - principalmente porque filme é uma coisa que a cada sexta-feira tem pelo menos uns trinta novos. Até ontem eu poderia jurar que meu filme preferido era Nine. Mas aí veio uma enxurrada de filmes novos ((pra mim)) que eu acho que a listinha já tá mudada (coisa de babaca ficar fazendo listinha disso, mas eu nunca disse que eu não sou um). Então, depois de muitas reflexões filosóficas, há uma suposição que o meu filme favorito seja:

vocês podem me julgar agora
As Canções de Amor, filme de Christophe Honoré (que também fez A Bela Junie que eu achei um tanto quanto chato, mas não se pode ter tudo), conta a história de Ismaël, namorado de Julie e de Alice. Vai tudo muito bem nesta alternativa relação a três até que uma tragédia acontece entre eles. O filme é dividido em três partes: a Partida, a Ausência e o Recomeço, as fases da relação deles e da vida de Ismaël. Além de ser um musical, é um filme francês ((NÃÃÃO)), o que tende a afugentar algumas pessoas. O ritmo e as cores oscilam entre o alegre e o melancólico, tendo uma maior presença desse último. Aliás, o próprio alegre do filme não deixa de ser um pouco melancólico por motivos que são mostrados no início e no fim da primeira parte.


As músicas são belíssimas e se encaixam no filme tão bem quanto diálogos, até as que parecem mais distantes da história (numa reunião de família eles cantam uma música sobre um cupido e sobre a chuva de Paris, algo para ilustrar a solidão). Os personagens cantam porque não conseguem se expressar de outra maneira. O filme é narrado num tom meio cotidiano, valorizando o acaso e todas as coisas que podem acontecer através dele. As Canções de Amor é um conto sobre amor, cumplicidade, ciúme, solidão e melancolia. Outro ponto positivo do filme é que ele encara a sexualidade de uma forma incrivelmente natural. Filmes que abordam esse tema geralmente erram por ter um tom muito de documentário narrando cada detalhe do assunto ou o tratam de uma forma tão cotidiana e banal que aquilo torna-se quase que uma fantasia. Em As Canções, os personagens vivem essa sexualidade sem muitos tabus, mas é honesto o bastante para haver uma discussão sobre o assunto. O filme tem umas das cenas de sexo mais bonitas que eu já vi e é de uma sutileza única.


Então, é isso aí. Desculpa se o post de hoje não ficou exatamente engraçadinho nem nada, mas quem se importa, não é mesmo galero.

quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

vida leva eu pfv
Segundo as minhas fontes (minhas fontes = twittofacebooktumblr) não só o meu mês de janeiro está fazendo cosplay de domingo como o de vários dos meus companheiros (na falta de adjetivo melhor, vai companheiros mesmo - Dilma sentiria orgulho de mim) também. Passo meus dias inteiros dormindo, comendo, vendo filme - aliás esse tá sendo o janeiro dos filmes, nunca vi tanto filme quanto nesses tempos, pqp - e lendo um romance chamado Desculpa Se Te Chamo de Amor - que não é ruim, mas também não é bom. Como to procurando desculpa pra escrever no blog mas me falta assunto, eu tive uma ideia genial. Sabe aquelas listinhas do tumblr de filme preferido, livro, música e o escambau a 4? Pois é, eu vou fazer uma aqui no blog :3 A cada dia eu falo um pouco sobre a coisa proposta e todos ficam felizes (todos = os três lindos que ainda leem meu blog). Aqui vai a listinha:

Dia 1: Filme favorito.
Dia 2: Música favorita.
Dia 3: Livro favorito.
Dia 4: Artista (cantor(a), escritor(a), ator/atriz, whatever) favorito.
Dia 5: Foto favorita.
Dia 6: Citação favorita.
Dia 7: Uma foto sua e o número de características suas referentes a sua idade.
Dia 8: Um vídeo.
Dia 9: Uma foto que você tenha tirado.
Dia 10: Uma foto que represente o seu dia.
Dia 11: Um lugar.
Dia 12: Uma obra de arte.
Dia 13: Uma obra sua.
Dia 14: Um personagem de ficção.
Dia 15: Um personagem de não-ficção.
Dia 16: Uma série.
Dia 17: Uma saga.
Dia 18: Uma banda.
Dia 19: Qualquer coisa à sua escolha. 
Dia 20: Uma poesia.
Dia 21: Um filme antigo.
Dia 22: Um filme recém-lançado.
Dia 23: Uma receita.
Dia 24: Uma foto.
Dia 25: Uma cor.
Dia 26: Uma música que te faça ficar em transe.
Dia 27: Uma cena.
Dia 28: Uma vontade.
Dia 29: Um texto seu escrito a muito tempo.
Dia 30: Qualquer coisa à sua escolha.

Então, é isso aí. Espero que eu consiga terminar isso e que nenhum fã do Che Guevara venha nos comentários dizendo como eu sou inútil para a sociedade. See ya later.

so lindo da licença

terça-feira, 18 de janeiro de 2011

Eu sei, você sabe e todos sabemos que BBB é a coisa mais fútil do mundo, mas como nem só de Fiódor Dostoievski (sei muito bem que 100% de vocês já ouviram o novo single do Gaiola das Popozudas, eu sei disso porque eu já o fiz) vive o homem eu meio que to acompanhando o programa juntamente com a nova novela de gente falando francês/sequestrando avião porque minhas férias tão muito divertidas. Mas eu precisava me manifestar aqui resumidamente.

Se Ariadna se assume como MULHER na casa, eu me vejo apto pra me assumir como Carmo Dalla Vecchia. Abs.

só lendo muito nietzsche pra ter algo concreto na vida

terça-feira, 11 de janeiro de 2011

Quando se ousa amar pela beleza do gesto, pelo gosto da maçã, torna de toda espera vã e o que resta é só o resto, são amores indigestos que se morrem na manhã. Quando se ousa amar pela raiva dos dentes, pelo gosto da mordida, torna a boca retraída e os peitos menos quentes, são amores indigentes que inundam uma vida. Quando se ousa amar pela sede madura, pela febre da inconstância, deixa todo o corpo à ânsia e a maçã mais dura, são amores sem ternura que se correm na distância.