Vamos aproveitar que estamos em Novembro - o mês da bagunça, um mês doce com gosto de café e chocolate e fim de festa barulhenta, para dar início a sessão poesia aqui no MASCAR. Bom, a estreia dessa sessão já foi garantida pelo ator Marcos Pasquim: ele disse que tá cheio de fazer porcaria de novela das 19h. Aproveitou a situação pra lançar uma pseudocampanha; Espalha para todo mundo que eu quero fazer uma novela das 20h. Aham, amigo, pode deixar. Mas não é esse o foco da poesia. No Estrelando - cópia tosca do Ego -, ele fala sobre sua relação de amor com a macaca Kathy - a chipanzé que interpreta (?) o macaco Chico (caso para o Ministério Público):
"A Kathy é incrível. Fiz uma cena de choro em que
ela me abraça e beija minha lágrima"
Olha a coerência do moço, minha gente! Também pudera. Se eu só conseguisse papel secundário em novelinha com câmeras made in Paraguay, e dependesse do meu corpo pra ser aceito na maioria dos papéis, eu também estaria nesse estado. (Ah, só para me manifestar; achei a parte do beija minha lágrima a mais digna de todas!)